"Os alunos foram tudo para mim, mesmo quando me contestaram. Eu sempre gostei da contestação, quando há contestação há vida, há criação e não o recurso à sebenta ou ao silêncio."
Entrevista in Tempo Livre (Revista do Inatel), nº 202, Março de 2009, p. 27
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
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