"(...) como ser-se humano é tão diferente de ser a humanidade, por vezes são coisas opostas, a humanidade salva-nos de sermos humanos, remove os nossos defeitos e os nossos medos, mas é uma ideia grandiosa que não tem cabimento neste mundo." (Tordo, João; A Mulher que Correu atrás do vento, p.322)
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
segunda-feira, 30 de maio de 2022
Só por sermos humanos já pertencemos à humanidade?
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Crises Outras,
Diário de Leituras,
Palavras de Outros
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