"(...) É-se pobre na medida em que não se é capaz de vender o tempo por um preço suficiente que permita comprar os serviços necessários, e é-se rico na medida em que se é capaz de comprar não só os serviços de que necessita como também os que se deseja. Prosperidade, ou crescimento, tem sido sinónimo de caminhar da autosuficiência para a interdependência, transformando a família de uma unidade de produção laboriosa, lenta e diversificada numa unidade de consumo fácil, rápido e diversificado pago por um aumento da produção especializada."
Ridley, Matt, O Otimista Racional, p. 59
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Mais Ricos do que Sabemos
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