"Alguma coisa com peso aterrou na sua cama. Um som ténue acompanhou-a. Como uma dobradiça a chiar.
Estendeu uma mão, acolhida por um ronronar de agrado.
- Anda cá, Billie - sussurou ao persa negro anafado.
Billie encostou-se à palma da sua mão e roçou a base do focinho pelos dedos de Safia, depois desmoronou simplesmente sobre as coxas dela como se os fios invisíveis que sustentavam o gato tivessem sido cortados."
James Rollins, A Cidade Perdida, p. 23
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Muito bem descrito...para quem conhece bem os felinos
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Palavras à Medida,
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Partículas de Felicidade
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