"(...)
Foi, sem mais nem menos,
que me deu para abalar, sem destino nenhum...
(...)
Sem pendura, que a vida já me foi dura
p'ra insistir na companhia
(...)
Talvez um dia me encontre
Assim, talvez me encontre
(...)"
125 Azul, Trovante
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
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