"Professora; o Nuno Álvares Pereira era o Mourinho da altura!"
(...)
"Como é a batalha de Aljubarrota é tratada nas escolas espanholas?"
(...)
"Como é que os alemães conseguem estudar o Hitler?"
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Reflexão Necessária
http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/os-museus-tambem-tem-sentimentos-de-culpa-1673458?page=-1
sábado, 18 de outubro de 2014
Gula
"Quando olhou para dentro da pastelaria os seus olhos cruzaram-se com os da rapariga que comia o bolo.
Eram uns olhos lindos, castanhos-claro, expressivos e tinham uma expressão gaiata...
O creme abundante do bolo ameaçava entrar-lhe pelas narinas, fixar-se nas bochechas e ela tinha a expressão deliciada da gula, mas aflita com toda a situação.
Ele tinha de continuar a caminhar. Não podia ficar a olhar para a montra.
À noite sonhou com a rapariga com o corpo todo coberto de creme.
E depois lembrou-se: há quanto tempo não comia um bolo daqueles?"
Eram uns olhos lindos, castanhos-claro, expressivos e tinham uma expressão gaiata...
O creme abundante do bolo ameaçava entrar-lhe pelas narinas, fixar-se nas bochechas e ela tinha a expressão deliciada da gula, mas aflita com toda a situação.
Ele tinha de continuar a caminhar. Não podia ficar a olhar para a montra.
À noite sonhou com a rapariga com o corpo todo coberto de creme.
E depois lembrou-se: há quanto tempo não comia um bolo daqueles?"
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Equivalências/Eloquências e Pontos Finais
Há que dar um 'Basta!' nisto.
Enough is enough.
Saltou-me a tampa.
Enough is enough.
Saltou-me a tampa.
domingo, 12 de outubro de 2014
Domingo caseiro
Estava eu na garagem (que cada vez mais me vai servindo de depósito de coisas que não servem para nada e que deveriam mesmo era ser deitadas fora) a arrumar umas coisas e a ouvir a violência da chuva, quando vejo entrar o vizinho, de bicicleta e obviamente ensopado.
- Bom dia.
- Bom dia. - e não resisti - Que coragem! Andar de bicicleta com esta chuva...
- Então? Tem de ser, não é? Se o tempo está assim...
Isto foi há horas e eu estou até agora a pensar naquela resposta. Como é que ele encarou que tinha de ir na mesma? A determinação de certas pessoas dá comigo em doida!
- Bom dia.
- Bom dia. - e não resisti - Que coragem! Andar de bicicleta com esta chuva...
- Então? Tem de ser, não é? Se o tempo está assim...
Isto foi há horas e eu estou até agora a pensar naquela resposta. Como é que ele encarou que tinha de ir na mesma? A determinação de certas pessoas dá comigo em doida!
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sábado, 11 de outubro de 2014
Depois da tempestade vem a bonança (que nem sempre foi uma companhia de seguros)
"O barco oscilava como um berço. O mar parecia querer adormecer a tripulação. O velho marinheiro assobiava uma música perdida no tempo. Quando uma vaga atacou o barco de surpresa, ninguém teve reacção. Apenas o velho esboçou um sorriso. Ele sabia que um mar calmo nunca fez de ninguém um bom marinheiro."
colhido em microcontos
colhido em microcontos
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