terça-feira, 12 de maio de 2020

Atenção ao que estás atento

"A que entregas a tua atenção quando falas e quando actuas?
Onde pões a tua atenção pões o teu poder, a tua força geradora de criações."

Extracto de uma fala de um Mestre num conto zen

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Partilhar silêncios

O silêncio é um lugar essencial de comunicação entre amantes ou entre amigos. Poder calar-se conjuntamente é um grande sinal de cumplicidade.

David Le Breton citado por Alberto Filipe Araújo no artigo Do Silêncio como via longa. Contribuições para uma Pedagogia do Silêncio

Mistagogia

Iniciação aos mistérios de uma religião.

Priberam, consultado hoje, no âmbito da leitura do artigo Do Silêncio como Via Longa. Contribuição para uma Pedagogia do Silêncio, de Alberto Filipe Araújo, inserido na Revista Lusófona de Educação, nº 46.

domingo, 10 de maio de 2020

A Culpa não existe!

"- Eu errei. Eu afastei-me do caminho. Perdoa-me Mestre!
- A culpa não existe. Por isso não precisas do meu perdão."

Extraído de Um Conto Zen

quarta-feira, 6 de maio de 2020

O que exige demasiado esforço é contrário ao Tao, ao qual muitos chamam «O Caminho».

domingo, 3 de maio de 2020

Cheiros que nos trazem memórias...quem os não tem?

Uma curiosidade interessante e importante em relação ao sentido do olfato é que ele é o único dos cinco sentidos básicos que não é mediado pelo hipotálamo. Quando cheiramos alguma coisa, a informação, por razões desconhecidas, vai diretamente para o córtex olfativo, que fica perto do hipocampo, onde se formam as memórias. Alguns neurocientistas julgam que isto pode explicar por que motivo certos odores evocam memórias de forma tão intensa.

Bryson, Bill, O Corpo: Um guia para ocupantes, p. 118 

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Será que os arco íris dos outros animais têm mais cores?

Os nossos olhos contêm dois tipos de fotorrecetores para a visão - os bastonetes, que nos ajudam a ver em condições de semiobscuridade mas não fornecem cor, e os cones, que trabalham quando a luz é forte e dividem o mundo em três cores: azul, verde e vermelho. (...) Uma vez que, em tempos, fomos criaturas noturnas, os nossos antepassados prescindiram de alguma acuidade de cor - ou seja, sacrificaram cones em troca de bastonetes -, de modo a terem uma melhor visão noturna. Muito mais tarde, os primatas desenvolveram novamente a capacidade de ver vermelhos e laranjas, para conseguirem identificar a fruta madura, mas continuamos a ter apenas três tipos de recetores de cor, em comparação com os pássaros, peixes e répteis, que têm quatro. Dá que pensar que praticamente todas as criaturas não-mamíferas vivam num mundo mais rico, em termos visuais, do que nós. 

Bryson, Bill, O Corpo: Um guia para ocupantes, pp. 109-110