quinta-feira, 12 de maio de 2011

Assembleia da República, Sala do Senado, 2 de Maio de 2011

No Coração de Portugal

Ele há coisas!...

«Ardem-me os olhos, o fígado está-me a matar e tenho uma dor insuportável nos testículos. É difícil ser um boneco vodu, mas pagam bem».


(Renato Guillén, Argentina, # Twitter)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Chegámos àquela altura do ano

em que se anunciam várias vezes seguidas os produtos anti-celulite, a necessidade de emagrecer e temos até um programa televisivo (assinado por alguém que não deixa dúvidas quanto à qualidade) sobre processos e concursos para perder peso.
Eu estou naquela categoria que desencadeia observações mais delicadas ou mais rudes sobre a necessidade de «perder peso». Tenho peso a mais. E daí? Nunca ninguém me disse que tinha cultura a mais ou trabalho a mais, mas com o peso que tenho a mais gostam de implicar. E eu creio que ainda implicam mais porque eu não costumo alardear as minhas preocupações com o facto, que são poucas, aliás.
Mas, enfim, estou inscrita num ginásio que frequento de vez em quando e reconheço que me faz bem.
Ontem foi um dia desses...mas muito peculiar.
Lá me dirigi ao suadouro oficial disposta a esforçar-me um pouco, até porque estava com muitas dores nos ossos - particularmente numa coisa que já me explicaram que era a cervical - e continuar sentada ao computador não estava a ajudar.
E lá andava eu: passadeira, bicicleta, abdonimais e outras coisas mais.
Até que ouço o massagista do templo do esforço a dizer para outro atleta: "Se calhar vou fazer uma aula de spinning, não tenho nada marcado agora..."
E foi aí que eu, «pegando-lhe na palavra», pergunto se me poderia fazer uma massagem que aliviasse o problema da cervical, que eu já conheço o sintoma, hoje estaria de não me poder virar, tornando-me uma pessoa altiva e distante...
E ele podia.
E então (talvez seja maldade, mas deu-me tanto gozo) deitadinha na marquesa, ouvia os gritos de incentivo do professor de spinning e pressentia o pedalar esforçado dos atletas enquanto a minha coluna beneficiava da aplicação de uns calores que aliviaram as dores e depois de uma enérgica massagem que atirou para longe a tal sensação de não poder gesticular e movimentar-me com a energia que o dia de hoje me vai exigindo.
Acho que vou passar a ir mais vezes ao ginásio!
E também decidi que tenho de me forçar a passear todos os dias...criar um ritmo...talvez arranjar um animal de estimação ajude...
E como tenho sempre amigos atenciosos, recebi hoje mesmo esta imagem de incentivo:

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ressurreição

Não sei se é só comigo, mas, de vez em quando, «mato» umas pessoas que afinal estão vivas, isto é, dou como mortas esta ou aquela figura pública que mais tarde descubro que ainda está viva.
Aconteceu agora mesmo perceber que a actriz Adelaide João está viva!
Tenho estado aqui a pensar porque me terei convencido da sua morte...talvez porque um dia alguém...talvez o Malato...lhe enviou um grande beijinho e disse que ela estava muito doente...e porque já é, de facto idosa (fui pesquisar e nasceu em 1927)...
Mas lá está ela, felizmente, no filme Águas Mil que estreia na próxima semana e que é capaz de ser uma boa aposta de fita.
Recordo particularmente a representação do Pranto da Maria Parda, de Gil Vicente, um monólogo cheio de força que me mostrou a qualidade de uma actriz que fica frequentemente encerrada em papéis secundários de criada em telenovelas.
E uma vez falei com ela e recebi bilhetes para o teatro, mas isso fica para outro dia...
Gostei muito de a saber viva!

Ainda o Vídeo

No fundo o recadito é simples e apoiado na secular sabedoria do povo, que há muito vai avisando:

"Não peças a quem pediu, nem sirvas a quem serviu"

domingo, 8 de maio de 2011

É a estrela do momento:



É bom. É mesmo muito bom. Sabe bem ver. Várias vezes...ao dia, até.

E, caramba, para quem é de História, está ali toda a importância do conhecimento do passado, das raízes, dos factos que fazem de nós o povo que somos.

Mas...depois de baixar a poeira levantada pelo orgulho de ser português, talvez não seja mau formular a pergunta cuja resposta poderá conduzir a um vídeo igualmente trabalhoso e possivelmente mais útil: E, ainda assim, como chegámos a esta situação?...

p.s.: Não consegui ajustar a dimensão do vídeo, mas provavelmente, isso é verdadeiramente compreensível devida ao facto de estar «inchado» de orgulho pátrio.