Será que as palavras ficam presas no tempo?
Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil?
Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?...
Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto.
Por puro prazer!
domingo, 14 de junho de 2020
Mapa da Inveja
Não me invejo de quem tem carros, parelhas e montes. Só me invejo de quem bebe a água em todas as fontes.
Cruzamento de uma canção popular alentejana com o exercício O Mapa da Inveja, de um curso destinado à criatividade
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