Será que as palavras ficam presas no tempo?
Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil?
Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?...
Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto.
Por puro prazer!
domingo, 18 de agosto de 2013
Peculiar
Estava na fila da caixa do supermercado e resolvi consultar as horas no telemóvel: eram exactamente 16 h e 16 m. Quando a moça terminou de fazer a conta a despesa foi 11.11 €...
Às vezes um olhar fixo e persistente, ainda que imaginado, pressentido, obriga-nos a olhar em volta, impertinente, como se o afogo fizesse algum sentido.
Nada mais, além da impressão dum muro sombreado de desatinos, uma lua atrevida em translação num céu vacante à procura de inquilinos…
ResponderEliminarCOINCIDÊNCIAS
Às vezes um olhar fixo e persistente,
ainda que imaginado, pressentido,
obriga-nos a olhar em volta, impertinente,
como se o afogo fizesse algum sentido.
Nada mais, além da impressão
dum muro sombreado de desatinos,
uma lua atrevida em translação
num céu vacante à procura de inquilinos…
J.S.T.
Beijito, Miss. Cuidado com as coincidências…
As coincidências costumam ser boas, as outras são fatalidades.
ResponderEliminarBeijito, Mestre