Será que as palavras ficam presas no tempo?
Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil?
Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?...
Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto.
Por puro prazer!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
E eu ainda nem cheguei à primeira parte...
"Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas."
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ResponderEliminarPerguntas em forma de cavalo-marinho
Que metro serve
para medir-nos?
Que forma é nossa
e que conteúdo?
Contemos algo?
Somos contidos?
Dão-nos um nome?
Estamos vivos?
A que aspiramos?
Que possuímos?
Que relembramos?
Onde jazemos?
[…]
Carlos Drummond de Andrade
O mal deve ser meu: tanto interrogo que me parece não haver mais perguntas fazíveis...
Assim sendo, apenas formulo as mesmas estafadas perguntas sempre de modo diferente para ver se me entendem; nunca obtive respostas satisfatórias.
Continuo, pelos vistos, na primeira fase da vida.
Beijito, Miss.
O pior é que, muitas vezes, já nem me apetece fazer perguntas, pois já sei que não vou gostar das respostas!
ResponderEliminarBeijito.