Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
5 comentários:
Bem, pelo menos não teriam uma ralação amorosa!...
A propósito de guarda-nocturno...
Chefe é chefe
Um guarda-nocturno trabalhava numa empresa especializada em lapidação de diamantes.
Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na noite anterior.
Disse que o avião que ele viajaria com destino à Rússia sofreria um acidente e, em consequência, todos os passageiros morreriam.
Seu chefe, jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões.
Assustado com a informação do empregado, decidiu cancelar o voo.
Três dias mais tarde, leu nas manchetes dos principais jornais que aquele avião caíra no mar e, até o momento, não havia notícia de sobreviventes!
Imediatamente chamou o guarda-nocturno, mostrou a notícia do jornal, agradeceu
efusivamente pelo aviso que lhe salvara a vida e, a seguir, sem nenhuma explicação, despediu-o da companhia.
O guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois de salvar a vida do seu chefe.
O empregado era guarda-nocturno. Se ele teve um sonho à noite e contou logo pela manhã, é porque estava dormindo em serviço...!
Conclusão:
Chefe é chefe... Por melhor que você seja e por mais que você faça, você nunca agrada!
Não há volta a dar: chefe é sempre chefe! Quanto menos comunicação, melhor. Mas, se aquele chefe tivesse morrido no acidente, vinha outro...porque para mandar, até chega a haver fila de espera, traições, manipulações...Já Júlio César dizia: «Até tu, Brutus!» Em suma, uma brutalidade. :-)
«Segundo [o princípio de Peter], nas organizações burocráticas, hierarquicamente estruturadas, os funcionários tendem a ser promovidos até ao seu "nível de incompetência".»
Wikipédia
Pois bem, parece que os chefes atingiram (quase) todos esse nível...
Não sei quem é o Peter, mas bem pode ser o Pan, dada a quase universalidade dessa conclusão, em relação aos chefes. Refiramos que há honrosas excepções, mas essas, salvo o pleonasmo, são mesmo excepcionais.
Enviar um comentário