sexta-feira, 23 de abril de 2010

A mesa dos copos meio cheios

"As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos"


Clarice Lispector

(A versão integral foi-me oferecida num comentário ao post «Inspiração».Vão lá ver!)

5 comentários:


  1. Feliz só será…


    Feliz só será
    A alma que amar.

    'Star alegre
    E triste,
    Perder-se a pensar,
    Desejar
    E recear
    Suspensa em penar,
    Saltar de prazer,
    De aflição morrer —
    Feliz só será
    A alma que amar.


    Johann Wolfgang von Goethe

    E (penso eu...) este amar significa fazer com amor.

    ResponderEliminar
  2. Mas é preciso ser muito grande para amar.
    Amar assim...incondicionalmente. Entregar-se em cada coisa que se faz.
    É muito mais fácil perdermo-nos em recriminações, em «eu dei do que recebi»...em culpas...em acusações...em razões emparedadas.
    É preciso ser muito grande para conseguir Amar.

    ResponderEliminar
  3. A propósito de desculpas, a mais coerente é a que utilizam os cubanos: "Pagam-me pelo que eu faço, faço pelo que me pagam."

    É uma aprendizagem permanente, em que cada vez que conseguimos dar-nos ao que fazemos nos traz um enorme retorno!

    E eu sei, pelo que aqui já li, que a Escrivaninha põe amor naquilo que faz. Confesse lá!

    "Torceria" a afirmação da Escrivaninha: é preciso amar para ser grande!

    ResponderEliminar
  4. Merci...
    (é a minha vez de lhe desejar bons sonhos a dormir e boas utopias acordado)

    ResponderEliminar

  5. Poema da utopia


    A noite caiu sem manchas e sem culpa.
    Os homens largaram as máscaras de bons actores.
    Findou o espectáculo. Tudo o mais é arrabalde.

    No alto, a utópica Lua vela comigo
    E sonha coalhar de branco as sombras do mundo.
    Um palhaço, a seu lado, sopra no ventre dos búzios.
    Noite! Se o espectáculo findou
    Deixa-nos também dormir.


    Fernando Namora

    Muitos evitam sonhar para não sentirem a frustração do sonho jamais alcançado.

    São os tais que nunca terão nódoas negras mas, em contrapartida, nunca provarão o mel da vida.

    Saudáveis pobres de espírito!

    ResponderEliminar