quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Ouvi

hoje, no rádio, que o Governo reforçou o aparelho de segurança desde que nunciou as novas medidas de austeridade.
E pensei: Coitados dos seguranças! Devem estar a trabalhar em horas remanescentes - como os professores - uma vez que não se pode aumentar as despesas do Estado.

2 comentários:

  1. Eles sabem da "bondade" do que fazem, os criminosos.

    E como têm "coiso", têm medo.


    O MEDO

    Ninguém me roubará algumas coisas,
    nem acerca de elas saberei transigir;
    um pequeno morto morre eternamente
    em qualquer sítio de tudo isto.

    É a sua morte que eu vivo eternamente
    quem quer que eu seja e ele seja.
    As minhas palavras voltam eternamente a essa morte
    como, imóvel, ao coração de um fruto.

    Serei capaz
    de não ter medo de nada,
    nem de algumas palavras juntas?


    Manuel António Pina

    Temo não ser capaz, mas tentarei enquanto viver.

    Beijito, Miss.

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  2. E eles? Terão medo das nossas palavras todas juntas neste 15 de Setembro?

    Foi muita gente para ser ignorada!

    E nós? Será que sabemos reagir se formos (continuarmos a ser) ignorados?

    Beijito, Mestre

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