Será que as palavras ficam presas no tempo?
Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil?
Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?...
Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto.
Por puro prazer!
domingo, 17 de julho de 2011
Dor
Queria ter sido o ombro onde tivesses escolhido soltar as tuas lágrimas. Talvez aí tivesse começado um rio navegável, numa jangada feita dos nossos sofrimentos.
Que lindo!
ResponderEliminarParabéns, Miss.
Beijito.
Muito obrigada.
ResponderEliminarUm elogio seu é, para mim, coisa preciosa;
torna ainda esta dor mais valiosa.
Beijito.