Será que as palavras ficam presas no tempo?
Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil?
Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?...
Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto.
Por puro prazer!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Amanhã começa mais uma semana...
(Afinal, quem terá sido o Monsieur de La Palisse?)
Ao que parece (e a designação já levanta alguma suspeita) a «nossa» Lili Caneças disse «de viva voz» a frase, também já famosa: "Estar morto é o contrário de estar vivo." :-)
(ele está no meio de nós!)
ResponderEliminar;)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_de_la_Palice
ResponderEliminarou como se ganha fama de dizer evidências quando elas foram ditas por outros sobre nós...
Ah, Migos! Já estava com saudades!
ResponderEliminarJá li atentamente. E gostei de saber.
Ao que parece (e a designação já levanta alguma suspeita) a «nossa» Lili Caneças disse «de viva voz» a frase, também já famosa: "Estar morto é o contrário de estar vivo." :-)