terça-feira, 11 de maio de 2010

Ermelinda Duarte - Second Life

Depois de aturadas pesquisas em fontes que pretendem anonimato descobri que:
- a gaivota foi mandada parar por excesso de velocidade e encontra-se nas Berlengas a cumprir serviço comunitário
- a Ermelinda foi acusada de incitar a gaivota a atitudes consideradas perigosas para o tráfego aéreo e procurou mudar de identidade
- nos desenhos animados só conseguiu mudar a voz...
- gizou então um plano para se fazer passar pelo Eládio Clímaco, do qual ninguém participou o falecimento e fez a sua aparição pública num concurso especial do José Carlos Malato
- diz-se, à letra pequena, que Ermelinda/Eládio e José Carlos Malato estão a preparar uma versão absolutamente inovadora do Elixir do Amor de Donizzetti, para ser apresentada nos 250 anos da RTP
(esta última informação estava escrita em letra invisível - aquela do sumo de limão - e tive de passar o écran a ferro várias vezes até conseguir descobrir o texto oculto).

8 comentários:

  1. Isto é, na realidade, um teste: se ainda tiver leitores, depois deste desvario, sei que tenho mesmo leitores; para esta vida, para a Second, para a Third... :-)

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  2. creio mesmo que se apenas editasse desvarios destes, teria provavelmente mais leitores
    {rabd}

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  3. espere...

    ÚLTIMA HORA!!!

    Nuvem de cinzas vulcânicas da Islândia força gaivota a aterrar!

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  4. por perigo de lhe pararem os reactores...
    RADB!!!!

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  5. Então não sabem?

    A gaivota foi empalhada juntamente com os capitães, isto depois de alguém ter clicado no Pause do filme.

    A Erme Linda é que está nas Berlengas a fazer de farol – devido às intermitências da memória... ora lembra, ora não vê nada, ora vê dobrado.

    O Monstro, esse é governador geral do reino e reina c'a gente!

    Quanto ao número de leitores, disparou, claro. Como dá a entender o José Luís (viva, resistente!), quando o nível baixa aumenta o interesse...

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  6. Não sei muito bem se devo levar a mal ou a bem os comentários anteriores: parece que os 'posts' são tanto mais populares quanto têm menos seriedade e um comentador saúda outro como resistente, como se fosse um trabalho hercúleo manter-se uma leitura fiel deste blog...

    Vou pensar melhor...antes de tomar uma decisão...

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  7. Miss Escrivaninha, acho que deve levar a sério tudo quanto se disse – ou pensa que andamos aqui a brincar?

    Nunca, jamais, em tempo algum!

    Mas como ninguém nos ouve, gostei mais de outros, vários, textos que publicou, alguns deles muito ternurentos e, sabe?, ver ternura num ser humano é das coisas mais gratificantes que há, faz-nos acreditar que é possível.

    Porque a ternura é o lubrificante que fará funcionar Escrivaninhas e outros móveis e imóveis até!

    Ah, e há o tal livro de contos para escrever... o tal que ficou de nos contar.

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  8. Uma gaivota voava, voava.
    Tudo fazia pra ver s'a encontrava.
    Mas a Escrivaninha não aparecia
    Por mais que olhassem ninguém a via...

    Como ela faz cá falta,
    faz cá falta para escrever
    Porque sem ela que teremos,
    que teremos prà aprender?



    Miss, volte, está perdoada!

    (Bandeira verde com legenda: "Humor!".)

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