"Já tudo foi dito, mas como ninguém escuta, é preciso dizer tudo novamente."
André Gide
colhido em http://www.malhatlantica.pt/lestrangeiras_esag/frases-d-eantologia.htm
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Ai!...
"Um dos alunos de uma turma do 9.o ano que visitou recentemente o núcleo da exposição "Ver a República" na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra perguntou - e parecia ser uma dúvida genuína - se o Latim era um país..."
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Palavras de Outros,
Palavras Doridas
"Ser pessoa é acontecer em relação com os outros."
D. Manuel Clemente, Discurso de aceitação do Prémio Pessoa 2009
D. Manuel Clemente, Discurso de aceitação do Prémio Pessoa 2009
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
Dia dos Fiéis Defuntos
E os cemitérios transformam-se em jardins floridos, altares dos que habitam a nossa memória.
Um dos primeiros sinais da «hominização do Homem» é a existência de sepulturas, que, por analogia com as sociedades posteriores, associamos a um culto dos mortos pelas sociedades dos vivos.
É um bom dia para visitar um cemitério.
Um dos primeiros sinais da «hominização do Homem» é a existência de sepulturas, que, por analogia com as sociedades posteriores, associamos a um culto dos mortos pelas sociedades dos vivos.
É um bom dia para visitar um cemitério.
Ainda o Tempo
"Não sei como o perceberão as crianças de agora, mas, naquelas épocas remotas, para as infâncias que fomos, o tempo aparecia-nos como feito de uma espécie particular de horas, todas lentas, arrastadas, intermináveis. Tiveram de passar alguns anos para que começássemos a compreender, já sem remédio, que cada uma tinha apenas sessenta minutos, e, mais tarde ainda, teríamos a certeza de que todos estes, sem excepção, acabavam ao fim de sessenta segundos..."
José Saramago, Pequenas Memórias, p. 65
José Saramago, Pequenas Memórias, p. 65
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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