amanhã talvez
chova de vez...
A Rua do Gato Preto, Ala dos Namorados
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
domingo, 14 de março de 2010
Pôr-do-Sol
O mito do Eterno Retorno, a Roda Infindável da Vida e da Morte, da Luz e das Trevas, o vulto do Sol que, ao despedir-se Hoje, promete voltar Amanhã...Talvez.
Correr o risco de Viver, à espera de um novo Dia, de uma nova Primavera, de uma Pronessa - que não será nunca uma certeza, mas que mantém viva a Esperança - Talvez...
Correr o risco de Viver, à espera de um novo Dia, de uma nova Primavera, de uma Pronessa - que não será nunca uma certeza, mas que mantém viva a Esperança - Talvez...
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sexta-feira, 12 de março de 2010
Diz o Pedro...Abrunhosa
"Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não.
Vamos fazer o que ainda não foi feito"
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não.
Vamos fazer o que ainda não foi feito"
quinta-feira, 11 de março de 2010
Será que há baile na estante, enquanto eu durmo?
"Sou o vosso professor
E sei de um baile de gala
Que se dá todas as noites
Nas estantes da tua sala
Olha Ulisses o Argonauta
A dançar com o mar à proa
Aquele é o senhor Fernando
A dançar com a sua Pessoa
Olha o mestre Gil Vicente
Entre a raínha e o povo
E aquele à frente é o Aleixo
É o poeta do povo
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca
Sai o Zorro de rompante
Numa lombada de couro
A declarar ser migrante
Para a ilha do tesouro
Ao piano o Conde d'Abranhos
Não dá sinais de abrandar
É preciso o sol nascer
Para o baile acabar
Como se anda Dom Quixote
Largando da mão a lança
Vamos dormir tío Antunes
Que amanhã também se dança
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca"
Baile da Biblioteca, Cabeças no Ar
E sei de um baile de gala
Que se dá todas as noites
Nas estantes da tua sala
Olha Ulisses o Argonauta
A dançar com o mar à proa
Aquele é o senhor Fernando
A dançar com a sua Pessoa
Olha o mestre Gil Vicente
Entre a raínha e o povo
E aquele à frente é o Aleixo
É o poeta do povo
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca
Sai o Zorro de rompante
Numa lombada de couro
A declarar ser migrante
Para a ilha do tesouro
Ao piano o Conde d'Abranhos
Não dá sinais de abrandar
É preciso o sol nascer
Para o baile acabar
Como se anda Dom Quixote
Largando da mão a lança
Vamos dormir tío Antunes
Que amanhã também se dança
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca"
Baile da Biblioteca, Cabeças no Ar
terça-feira, 9 de março de 2010
Para ver:
http://www.youtube.com/watch?v=nUDIoN-_Hxs
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Deste-me as tuas memórias
Sonhei-te a preto e branco
Sonhei-te a preto e branco
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Palavras Cativas,
Partículas de Felicidade
segunda-feira, 8 de março de 2010
No Dia da Mulher
ficava bem receber umas palavras em poesia.
Sei que não fica bem pedir, mas...quando mendes se espera...quem sabe?...
Nota-se a escassez de palavras poéticas por aqui. Tem sido comentado com preocupação...
Enfim...
Sei que não fica bem pedir, mas...quando mendes se espera...quem sabe?...
Nota-se a escassez de palavras poéticas por aqui. Tem sido comentado com preocupação...
Enfim...
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