"O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica."
Norman Vincent Peale
colhido em Cives et Polis
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Aviso à Navegação Neste Blogue
Apesar da existência (saudada) de novos comentadores, a ausência dos anteriores não deixa de ser sentida com pesar.
Agradecemos a vossa compreensão.
Agradecemos a vossa compreensão.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
"E fazia o quê, se fosse mesmo ele?"
"- Boa tarde. Eu sou a Escrivaninha, salvo seja.
O homem, grisalho, levantou os olhos do livro de poesia estrangeira que folheava e olhou (entre o receoso e o interrogativo) para mim.
- Desculpe, confundi-o com outra pessoa...
Estuguei o passo até à escada rolante.
Creio que não respirei até me encontrar na rua, até sentir o frio do Chiado, onde o sol desmaiava.
Só então ousei fazer-me a pergunta..."
O homem, grisalho, levantou os olhos do livro de poesia estrangeira que folheava e olhou (entre o receoso e o interrogativo) para mim.
- Desculpe, confundi-o com outra pessoa...
Estuguei o passo até à escada rolante.
Creio que não respirei até me encontrar na rua, até sentir o frio do Chiado, onde o sol desmaiava.
Só então ousei fazer-me a pergunta..."
A primeira vez que li o Jornal Metro
Não resisto a citar um pouquinho de um texto, muito bem escrito, alinhadinho numa coluna discreta ao lado direito, ao fundo de uma página.
"De que cor é o Bolero de Ravel, ao ritmo de chapadas, gritaria, chutos, pontapés e todo o tipo de agressões?"
Paulo Anes, sobre a Violência Doméstica, no texto Casais Ventosos, 26/11/09
"De que cor é o Bolero de Ravel, ao ritmo de chapadas, gritaria, chutos, pontapés e todo o tipo de agressões?"
Paulo Anes, sobre a Violência Doméstica, no texto Casais Ventosos, 26/11/09
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O que é racional, se calhar não é bom...
"O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos.
Eles sabem o que precisam saber. Nós não."
Fernando Pessoa
Eles sabem o que precisam saber. Nós não."
Fernando Pessoa
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