"I wish I was the verb 'to trust' and never let you down"
Wishlist, Pearl Jam
(colhido em Fábulas Incompletas)
Será que as palavras ficam presas no tempo? Terão as palavras alguma coisa a ver com a moda, efémera e volátil? Evocações do passado também poderão ser palavras que, outrora, marcaram tanto o nosso quotidiano como o som do chiar do baloiço, o pregão da “língua da sogra” na praia ou o cheiro do cozido à portuguesa ao domingo?... Procurar e (re)contextualizar palavras, embalarmo-nos nelas, divagar sobre elas, são alguns dos objectivos deste projecto. Por puro prazer!
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Sons do fundo do baú do tempo
"I cried a tear
You wiped it dry
I was confused
You cleared my mind
I sold my soul
You bought it back for me
And held me up and gave me dignity
Somehow you needed me
You gave me strength
To stand alone again
To face the world
Out on my own again
You put me high upon a pedestal
So high that I could almost see eternity
You needed me
You needed me
And I can't believe it's you I can't believe it's true
I needed you and you were there (...)"
You Needed Me,Randy Goodrum/Anne Murray
You wiped it dry
I was confused
You cleared my mind
I sold my soul
You bought it back for me
And held me up and gave me dignity
Somehow you needed me
You gave me strength
To stand alone again
To face the world
Out on my own again
You put me high upon a pedestal
So high that I could almost see eternity
You needed me
You needed me
And I can't believe it's you I can't believe it's true
I needed you and you were there (...)"
You Needed Me,Randy Goodrum/Anne Murray
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Heróis para todas as idades
Avatar e Sherlock Holmes foram os dois filmes que vi nestas Festas. Ambos fantasias; ambos com heróis; ambos interessantes.
Mas descobri que gosto mais de sonhar com homens que não tenham cauda nem orelhas em bico. Sei lá, apesar das suas heroicidades serem também inverosímeis têm uma certa de dose de possibilidade sonhada, que os tornam, para mim, mais apetecíveis. Talvez por me conseguir imaginar a rodar numa carruagem nas antigas ruas de Londres e não me conseguir imaginar a voar num dragão cor de laranja...
A imaginação e a equação de possibilidades, mesmo de sonho, também têm a ver com a idade. Creio que, em relação à ficção científica, me fiquei pela Guerra das Estrelas...mas Sherlocks podem vir mais!
Mas descobri que gosto mais de sonhar com homens que não tenham cauda nem orelhas em bico. Sei lá, apesar das suas heroicidades serem também inverosímeis têm uma certa de dose de possibilidade sonhada, que os tornam, para mim, mais apetecíveis. Talvez por me conseguir imaginar a rodar numa carruagem nas antigas ruas de Londres e não me conseguir imaginar a voar num dragão cor de laranja...
A imaginação e a equação de possibilidades, mesmo de sonho, também têm a ver com a idade. Creio que, em relação à ficção científica, me fiquei pela Guerra das Estrelas...mas Sherlocks podem vir mais!
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Outra das Músicas da Minha Vida
"Have yourself a merry little Christmas,
Let your heart be light
From now on,
our troubles will be out of sight
Have yourself a merry little Christmas,
Make the Yule-tide gay,
From now on,
our troubles will be miles away.
Here we are as in olden days,
Happy golden days of yore.
Faithful friends who are dear to us
Gather near to us once more.
Through the years
We all will be together,
If the Fates allow
Hang a shining star upon the highest bough.
And have yourself A merry little Christmas now."
Have yourself a Merry little Chritmas, Ralph Blane/Hugh Martin (1943)
Na minha versão preferida:
http://www.youtube.com/watch?v=LpPdl0StUVs
Let your heart be light
From now on,
our troubles will be out of sight
Have yourself a merry little Christmas,
Make the Yule-tide gay,
From now on,
our troubles will be miles away.
Here we are as in olden days,
Happy golden days of yore.
Faithful friends who are dear to us
Gather near to us once more.
Through the years
We all will be together,
If the Fates allow
Hang a shining star upon the highest bough.
And have yourself A merry little Christmas now."
Have yourself a Merry little Chritmas, Ralph Blane/Hugh Martin (1943)
Na minha versão preferida:
http://www.youtube.com/watch?v=LpPdl0StUVs
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domingo, 20 de dezembro de 2009
I'm Dreaming of a White Christmas
"I'm dreaming of a white Christmas
Just like the ones I used to know
Where the treetops glisten and children listen
To hear sleigh bells in the snow.
I'm dreaming of a white Christmas
With every Christmas card I write
May your days be merry and bright
And may all your Christmases be white.
I'm dreaming of a white Christmas
With every Christmas card I write
May your days be merry and bright
And may all your Christmases be white."
Irving Berlin, 1942
Just like the ones I used to know
Where the treetops glisten and children listen
To hear sleigh bells in the snow.
I'm dreaming of a white Christmas
With every Christmas card I write
May your days be merry and bright
And may all your Christmases be white.
I'm dreaming of a white Christmas
With every Christmas card I write
May your days be merry and bright
And may all your Christmases be white."
Irving Berlin, 1942
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Palavras repetentes
Disseram que ia nevar...
E cá estou eu, embrulhada em roupões e cobertores, a ouvir o vento a uivar lá fora, a tentar equilibrar o livro enorme que estou a ler, com os sacões dos espirros que deram para me atacar este fim de semana.
Constipação...não é gripe (Ah, mas chateia!)
Mantém-me alerta a esperança, que me faz espreitar amiúde pela janela, de ver a neve.
Disseram que ia nevar e eu - qual criança que espera o Pai Natal - não quero perder o espectáculo.
Na realidade «I'm dreaming of a white christmas» just like the ones I never Knew.
Constipação...não é gripe (Ah, mas chateia!)
Mantém-me alerta a esperança, que me faz espreitar amiúde pela janela, de ver a neve.
Disseram que ia nevar e eu - qual criança que espera o Pai Natal - não quero perder o espectáculo.
Na realidade «I'm dreaming of a white christmas» just like the ones I never Knew.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Diferença de Conceitos ou só de Palavras?

Lá estávamos nós a analisar esmiuçadamente mais umas caricaturas para compreender o ambiente dos séc. XVIII e XIX, quando me dou conta de uma discussão entre duas garotas que deveriam estar a fazer o trabalho de forma colaborativa.
Afinal a discussão era porque uma delas insistia que também se poderia chamar «cartoon» àquele tipo de desenho e a outra dizia que não.
Pois eu achei que sim, e que a diferença era de uma palavra importada para um género de crítica que nós já usávamos há muito tempo.
Assunto encerrado.
Mas, agora, aqui em casa, lá fui procurando na net e, embora nunca apareçam como sinónimos, as duas expressões não me parecem diferir na definição: a mensagem, o desenho satírico, o exagero de certas características físicas de uma personagem...A palavra cartoon está mais associada ao desenho animado...talvez...mas não vejo grande diferença.
Se alguém me puder esclarecer melhor...
E já que era para «ilustrar os tema» não resisti a colocar a clássica Porca da Política, do Genial Bordalo Pinheiro.
Sem segundas intenções...só mesmo para ilustrar o tema.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Dia da Música
"Music was my first love
and it will be my last
Music of the future
and music of the past"
John Miles
(escrito de memória, espero que esteja certo...)
and it will be my last
Music of the future
and music of the past"
John Miles
(escrito de memória, espero que esteja certo...)
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
O Demo na Crácia da Gente
"asfixia democrática"; "democracia musculada"; "excesso de democracia", são coisas que eu vou ouvindo por aqui e por ali, cada vez mais, mas que não entendo. Em que parte da definição de Democracia é que cabem estas coisas? Ou a definição de Democracia mudou? Perdi alguma coisa?
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Linguagens
"- A colega, desculpe, mas como sou nova na escola, tenho de perguntar...
- Faça favor de perguntar colega! É assim mesmo; eu também cheguei um dia a uma escola. A esta escola. Já lá vai tanto tempo...temos de ser uns p'rós outros.
- Obrigada. Então, o que eu queria perguntar, é se cá na escola, os quadros já são todos smartboards?
- Temos de todos. Pode servir-se dos smartboards ou dos stupidboards, os que gostar mais.
- Ah, muito obrigada.
- Ora essa!"
- Faça favor de perguntar colega! É assim mesmo; eu também cheguei um dia a uma escola. A esta escola. Já lá vai tanto tempo...temos de ser uns p'rós outros.
- Obrigada. Então, o que eu queria perguntar, é se cá na escola, os quadros já são todos smartboards?
- Temos de todos. Pode servir-se dos smartboards ou dos stupidboards, os que gostar mais.
- Ah, muito obrigada.
- Ora essa!"
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Entre escritor e leitor
"Lembre-se sempre do poder das palavras:
Quem escreve constroi um castelo
e quem lê passa a habitá-lo."
Autor desconhecido; frase colhida na publicidade da editora brasileira Escala
Quem escreve constroi um castelo
e quem lê passa a habitá-lo."
Autor desconhecido; frase colhida na publicidade da editora brasileira Escala
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Verão em Portugal
Hoje lá experimentei eu a arte portuguesa do «desenrasca».
Eu queria muito, mesmo muito, explicar ao visitante americano uma série de coisas da História de Portugal - ele estava tão interessado e eu tinha tantas coisas para contar...Só me faltava o vocabulário.
Como este «encontro de culturas» já tinha começado ontem e eu não perco uma oportunidade de ter público (isso e o orgulho nacional, que me faz, às vezes, parecer demais com o José Hermano Saraiva) hoje de manhã fui munida com uns livros com muitas imagens para lhe explicar as etapas da formação de Portugal, o processo da Reconquista, a jogada política que foi a doação do Mosteiro de Alcobaça e o facto de sermos o país com as fronteiras mais estáveis da Europa.
Pequeno almoço e almoço e as explicações iam fluindo mais ou menos, com a dificuldade que é falar de reis com o mesmo nome, (Pedro I, o de D. Inês, Pedro IV, o liberal e o que tornou o Brasil independente) ou de coisas que explicadas de forma simples não têm sentido - se D. Constança também era espanhola e casou com D. Pedro, porque é que a D. Inês teve de ser assassinada para afastar a União Ibérica?
Pronto, lá vamos nós, História de Portugal acima, História de Portugal abaixo, lutando eu com a falta de léxico e quase amaldiçoando o carácter rebuscado do vocabulário usado nas narrativas históricas. Bem dizem os putos: é complicado de compreender!...
Santuário de Nossa Senhora da Nazaré: "Claro que vamos entrar! Está tão bonito, devido ao restauro, ainda em curso."
E agora? Era um desperdício só olhar. E eu tão danadinha para explicar tudo, com as palavras a correrem para a boca, mas sem tradutor simultâneo...Barroco, pois... enfim...este estilo artístico. Impossível não falar da talha dourada e do azulejo, ali mesmo a olhar para nós e a pedir para ser enaltecidos como as características específicas do nosso barroco. E eu a olhar para os azulejos, para os paineis - figura avulsa, lá se percebeu e...e os paineis historiados? Eu tinha de explicar. Lá vou puxando pelo meu inglês desarticulado, entre as memórias da escola e o treino das séries do AXN, até que ele (dava-lhe a nota para o meu melhor aluno!) consegue, não só perceber, como fazer um trocadilho em inglês: tiles tell tales.
Não é um mimo?
Vou fazer um sucesso quando disser isto aos miúdos. Dito por um americano genuíno, uma forma de aprender História de Arte com ar de Funky Town: Tiles tell tales! A minha nova versão de paineis historiados. Quase dá vontade de fazer um rap: Tiles-tell-tales.
Isto é que é desenvolver competências!
Eu queria muito, mesmo muito, explicar ao visitante americano uma série de coisas da História de Portugal - ele estava tão interessado e eu tinha tantas coisas para contar...Só me faltava o vocabulário.
Como este «encontro de culturas» já tinha começado ontem e eu não perco uma oportunidade de ter público (isso e o orgulho nacional, que me faz, às vezes, parecer demais com o José Hermano Saraiva) hoje de manhã fui munida com uns livros com muitas imagens para lhe explicar as etapas da formação de Portugal, o processo da Reconquista, a jogada política que foi a doação do Mosteiro de Alcobaça e o facto de sermos o país com as fronteiras mais estáveis da Europa.
Pequeno almoço e almoço e as explicações iam fluindo mais ou menos, com a dificuldade que é falar de reis com o mesmo nome, (Pedro I, o de D. Inês, Pedro IV, o liberal e o que tornou o Brasil independente) ou de coisas que explicadas de forma simples não têm sentido - se D. Constança também era espanhola e casou com D. Pedro, porque é que a D. Inês teve de ser assassinada para afastar a União Ibérica?
Pronto, lá vamos nós, História de Portugal acima, História de Portugal abaixo, lutando eu com a falta de léxico e quase amaldiçoando o carácter rebuscado do vocabulário usado nas narrativas históricas. Bem dizem os putos: é complicado de compreender!...
Santuário de Nossa Senhora da Nazaré: "Claro que vamos entrar! Está tão bonito, devido ao restauro, ainda em curso."
E agora? Era um desperdício só olhar. E eu tão danadinha para explicar tudo, com as palavras a correrem para a boca, mas sem tradutor simultâneo...Barroco, pois... enfim...este estilo artístico. Impossível não falar da talha dourada e do azulejo, ali mesmo a olhar para nós e a pedir para ser enaltecidos como as características específicas do nosso barroco. E eu a olhar para os azulejos, para os paineis - figura avulsa, lá se percebeu e...e os paineis historiados? Eu tinha de explicar. Lá vou puxando pelo meu inglês desarticulado, entre as memórias da escola e o treino das séries do AXN, até que ele (dava-lhe a nota para o meu melhor aluno!) consegue, não só perceber, como fazer um trocadilho em inglês: tiles tell tales.
Não é um mimo?
Vou fazer um sucesso quando disser isto aos miúdos. Dito por um americano genuíno, uma forma de aprender História de Arte com ar de Funky Town: Tiles tell tales! A minha nova versão de paineis historiados. Quase dá vontade de fazer um rap: Tiles-tell-tales.
Isto é que é desenvolver competências!
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Partículas de Felicidade
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Ler Portugal
Hoje ao almoço, frente ao Mosteiro da Batalha, estive a ouvir a conversa do grupo de estrangeiros que estacionou na mesma esplanada que eu. Eram americanos, creio.
O grupo tinha «marinheiros de primeira viagem» e outros que já ensaiavam umas palavrinhas em português.
Um desses dizia para os outros que não podiam ver só o Mosteiro da Batalha, tinham de ir também a Alcobaça e Nazaré.
Os outros hesitavam...que a Batalha era muito bonito...
E o «veterano» insistiu:"But it's just a chapter!"
O grupo tinha «marinheiros de primeira viagem» e outros que já ensaiavam umas palavrinhas em português.
Um desses dizia para os outros que não podiam ver só o Mosteiro da Batalha, tinham de ir também a Alcobaça e Nazaré.
Os outros hesitavam...que a Batalha era muito bonito...
E o «veterano» insistiu:"But it's just a chapter!"
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sexta-feira, 17 de abril de 2009
«Agora 'tou 'Zen'»
Entre os melhores remédios que tenho tomado - para toda e qualquer maleita - está o carinho e a atenção dos amigos.
Xarope dos mais doces, é receber uma prenda (ele disse modestamente lembrança) de alguém que, estando a viajar, encontrou algo que tinha a ver connosco...e comprou...e entregou ao chegar.
E não é uma prenda qualquer - daqueles ímans para o frigorífico que se arrecadam na última loja de lembranças ou na tabacaria do aeroporto - é um livro...sobre palavras!
Chama-se "Desaforismos" e é uma espécie de dicionário pessoal. Algumas são "à gajo" e outras muito relacionadas com o ambiente específico do Brasil, mas, a maior parte, são deliciosas, porque inesperadas.
Aqui fica, desejando a todos um fim de semana ZEN, a definição de Georges Najjar Jr.:
"Nada nais zen do que cento e oitenta milhões de carneirinhos pastando resignados, e uma lula contemplando."
Xarope dos mais doces, é receber uma prenda (ele disse modestamente lembrança) de alguém que, estando a viajar, encontrou algo que tinha a ver connosco...e comprou...e entregou ao chegar.
E não é uma prenda qualquer - daqueles ímans para o frigorífico que se arrecadam na última loja de lembranças ou na tabacaria do aeroporto - é um livro...sobre palavras!
Chama-se "Desaforismos" e é uma espécie de dicionário pessoal. Algumas são "à gajo" e outras muito relacionadas com o ambiente específico do Brasil, mas, a maior parte, são deliciosas, porque inesperadas.
Aqui fica, desejando a todos um fim de semana ZEN, a definição de Georges Najjar Jr.:
"Nada nais zen do que cento e oitenta milhões de carneirinhos pastando resignados, e uma lula contemplando."
sábado, 4 de abril de 2009
"The only selfcleaning thing in this house is the cat"
Foi quando estava aqui a escrever, esperando o tempo de o almoço acabar de cozinhar, que senti um cheiro a queimado.
Tinha deixado a pega meia sobre o tacho, ao alcance da chama e agora tenho de a deitar fora. Mas, antes, resolvi salvar aqui a frase que a pega ostentava. Foi-me oferecida por uma pessoa que sabe com eu gosto de gatos e odeio as tarefas da casa, (para as quais tenho muito jeito, como se nota pelo episódio relatado...)
Tinha deixado a pega meia sobre o tacho, ao alcance da chama e agora tenho de a deitar fora. Mas, antes, resolvi salvar aqui a frase que a pega ostentava. Foi-me oferecida por uma pessoa que sabe com eu gosto de gatos e odeio as tarefas da casa, (para as quais tenho muito jeito, como se nota pelo episódio relatado...)
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quarta-feira, 11 de março de 2009
Conversa assimétrica
"- Olá filha!
- Olá mãe - disse, afastando um pouco o telefone da orelha. Estava a ficar impossível falar normalmente com ela à medida que a surdez avançava. Ela não nos ouvia e gritava tanto que nós ouviamo-la demais.
- Telefonei-te ontem, mas não estavas.
- Fui fazer Tai-Chi
- Santinha! Foste onde?
- Fui começar a ter aulas de Tai-chi
- Santinha! Tu estás constipada? Tens de ter cuidado. Assim que vêem sol despem-se logo. As noites ainda estão frias. Mas afinal foste onde?
- Ao ginásio! - gritei, em desespero
- Ah! Lá está! Suaste e não te agasalhaste quando saiste. Para a próxima veste um agasalho, porque quando o corpo esfria é o pior."
- Olá mãe - disse, afastando um pouco o telefone da orelha. Estava a ficar impossível falar normalmente com ela à medida que a surdez avançava. Ela não nos ouvia e gritava tanto que nós ouviamo-la demais.
- Telefonei-te ontem, mas não estavas.
- Fui fazer Tai-Chi
- Santinha! Foste onde?
- Fui começar a ter aulas de Tai-chi
- Santinha! Tu estás constipada? Tens de ter cuidado. Assim que vêem sol despem-se logo. As noites ainda estão frias. Mas afinal foste onde?
- Ao ginásio! - gritei, em desespero
- Ah! Lá está! Suaste e não te agasalhaste quando saiste. Para a próxima veste um agasalho, porque quando o corpo esfria é o pior."
sábado, 24 de janeiro de 2009
Adaptações muito nossas
Acabadinha de receber por e-mail...
Irresistível!
A adaptação portuguesa do lema de Obama:
YES! WEEK END!
Irresistível!
A adaptação portuguesa do lema de Obama:
YES! WEEK END!
I wish
"I wish that I was in your arms
Like that spanish guitar
And you would play me through the night
till the dawn
I wish youd hold me in your arms
Like that spanish guitar
All night long
all night long
Id be your song
Id be your song"
Tony Braxton
Like that spanish guitar
And you would play me through the night
till the dawn
I wish youd hold me in your arms
Like that spanish guitar
All night long
all night long
Id be your song
Id be your song"
Tony Braxton
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Resolução
Entrei numa loja e encontrei um pijama com a inscrição "I wanna be adored!".
Gostei. Comprei.
Resolvi informar desta minha resolução o mundo, que não me vê de pijama.
Gostei. Comprei.
Resolvi informar desta minha resolução o mundo, que não me vê de pijama.
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